17 Set. 2019: “A Maldição Do Sangue De Pantera” de Gunther von Fritsch – Cineclube Soberano

O Cineclube Soberano prossegue o Ciclo Val Lewton com exibição e debate de A Maldição Do Sangue De Panterade Gunther von Fritsch e Robert Wise.

Sinopse: Amy é uma garotinha de 6 anos de idade que tem uma imaginação muito fértil, e acaba tendo dificuldades em diferenciar fantasia de realidade. Mas, a gota d’água surge quando a pequena garota passa a demonstrar tendências psicopatas idênticas à da falecida mãe. O pai, Oliver, fica cada vez mais preocupado. Para piorar, a garota não consegue tecer amizades com outras crianças e acaba se aproximando de uma ex-atriz, que hoje em dia vive sozinha em uma mansão e não está muito bem das ideias. Continuar lendo

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17 Set. 2019: “No Topo Do Poder” de Ben Wheatley – Cineclube Sesi São José dos Pinhais

O Cineclube Sesi São José dos Pinhais continua o Ciclo Ben Wheatley com exibição e debate de No Topo Do Poder.

Sinopse: Num futuro distópico, um prédio residencial oferece aos moradores as mais variadas comodidades como shopping, escola e supermercado. Isso faz as pessoas se distanciarem do mundo externo… E é dentro da propriedade que o caos se instaura. Começa assim a rivalidade entre os moradores da cobertura e os que vivem nos andares baixos, despertando atitudes violentas nos moradores. Continuar lendo

11 Set. 2019: “Conjunto Habitacional” de Vera Chytilová – Cineclube Solax

O Cineclube Solax exibe e debate Conjunto Habitacional, de Vera Chytilová.

Sinopse: Em um caricato bloco de apartamentos desorganizados e mal construídos, diversas histórias se encontram. De um senhor de idade, andarilho e desocupado, até um menino rebelde procurando o pai, todas as pessoas possuem em comum o senso de comunidade e solidariedade que os sustenta, mesmo com todos os problemas da vida. Continuar lendo

10 Set. 2019: “Kill List” de Ben Wheatley – Cineclube Sesi São José dos Pinhais

O Cineclube Sesi São José dos Pinhais prossegue o Ciclo Ben Wheatley com exibição e debate de Kill List.

Sinopse: O soldado britânico Jay retorna da guerra em Kiev (Ucrânia) e acaba entrando para o ramo de assassinato por encomenda. Contudo, o passado nos campos de batalha faz com que ele perca o controle durante as missões e os contratantes passam a achar o comportamento dele mais sinistro do que o esperado, especialmente após uma desastrosa operação. Meses depois, Jay aceita uma nova missão. Porém, ele mal esperava que suas atitudes pudessem desencadear algo tão horrível e brutal, que não só coloca sua segurança em perigo, mas também a da família dele. Continuar lendo

10 Set. 2019: “O Fantasma Dos Mares” de Mark Robson – Cineclube Soberano

O Cineclube Soberano prossegue o Ciclo Val Lewton com exibição e debate de O Fantasma Dos Maresde Mark Robson.

Confira a apresentação do Ciclo:

“Com seus filmes de terror para a RKO, é indiscutível a posição de Val Lewton como um dos maiores produtores-autores do cinema. No território dos filmes B – onde, ao trabalhar com limitações, a criatividade era necessária e os riscos mais bem-vindos – ele gerou um singelo, porém absolutamente influente, capítulo do cinema de horror.

Nascido na Rússia, trouxe para o cinema americano um tom de melancolia incomum e de fascínio pelo fantástico e, principalmente, pela reciprocidade entre aquilo que é humano e o sobrenatural. Os terrores da vida real são os verdadeiros terrores dos filmes de Val Lewton e os acasos, ambiguidades, instintos e o coração, os seus verdadeiros fatores sobrenaturais. E é sob a aparência do horror de efeito barato e dos títulos histriônicos (quase todos criados pelo estúdio, antes dos roteiros) que Lewton contrabandeava poesia no cinema. Jacques Tourneur – que dirigiu três produções de Lewton – diz que, sendo ele um homem pragmático, foi Val Lewton quem lhe ensinou poesia no cinema. Apesar de nunca creditado como roteirista, todos os roteiros de sua unidade passavam por sua reescrita. Em alguns filmes ele aparece com o pseudônimo ‘Carlos Keith’. Lewton escrevia a atmosfera das cenas, descrevia luzes e criava já no roteiro sensações cinematográficas que se concretizavam na película.

Se fala muito sobre algo recorrente nos filmes de Val Lewton: a escolha por não mostrar, apenas sugerir. Porém, não é só uma questão de sugestão. Lewton mostrava o medo, algo muito mais interno, auto-projetado e prolongado que o objeto assustador. Não basta somente a sugestão, mas também o foco nos personagens; o efeito do medo. O gancho que balança descontroladamente no navio, tornando real a possibilidade de algum marinheiro ser atingido em ‘O Fantasma dos Mares’; o leopardo que encara a menina assustada com as luzes e sons do trem que o sugerem em ‘O Homem-Leopardo’; a incerteza das ações de uma mulher amargurada pela falta de amor materno em ‘A Maldição do Sangue de Pantera’; a iminência da morte em ‘Ilha dos Mortos’. Lewton nunca foca no objeto do medo, mas em sua movimentação, seu contexto, aqueles que o percebem e o temem. Ele percebe a mais fantasiosa das ficções como algo de origem em sensações intrinsecamente humanas. Reais, porém incompreensíveis. A morte é o grande exemplo: para sempre incompreendida, misteriosa, atiçadora do imaginário humano e indiscutivelmente – por vezes brutalmente – real. A morte, para Val Lewton, é boa. Significa liberdade para os que vão e para os que ficam; às vezes mais pra um que para outro.”

Sinopse: Tom Merriam é contratado para a tripulação do navio Altair como terceiro oficial, sob as ordens do Capitão Stone. No início, as coisas vão bem, mas depois de algumas estranhas mortes de membros da tripulação, Merriam acredita que Stone é um louco psicopata obcecado por autoridade. Ele tenta contar aos outros, mas ninguém lhe dá atenção e a tentativa de alerta só faz com que Stone fique nervoso. Continuar lendo

04 Set. 2019: “As Pequenas Margaridas” de Vera Chytilová – Cineclube Solax

O Cineclube Solax exibe e debate As Pequenas Margaridas, de Vera Chytilová.

Sinopse: Vera Chytilová é uma das poucas cineastas mulheres reconhecidas pela crítica na década de 1960. Com um estilo peculiar, marcou a ousadia de uma época. Neste que é o segundo longa-metragem dela, temos uma “farsa filosófica feminista” (definição da própria Vera), amalucada e psicodélica, na qual duas jovens de mesmo nome, Marie, decidem que se o mundo vai mal, elas vão ser más também. Numa explosão de cores, cortes rápidos e com muitas experimentações de linguagem, as meninas vaidosas e gulosas esculhambam homens mais velhos que se dizem apaixonados, dançam bêbadas sem se importar com quem as cerca e promovem toda sorte de traquinagem, abalando a pretensa normalidade. Continuar lendo

03 Set. 2019: “Down Terrace” de Ben Wheatley – Cineclube Sesi São José dos Pinhais

O Cineclube Sesi São José dos Pinhais abre o Ciclo Ben Wheatley com exibição e debate de Down Terrace.

Sinopse: Depois de saírem da prisão, pai e filho de uma família do crime organizado estão determinados a descobrir a identidade do traidor que os entregou para a polícia. Continuar lendo

03 Set. 2019: “O Homem-Leopardo” de Jacques Tourneur – Cineclube Soberano

O Cineclube Soberano abre o Ciclo Val Lewton com exibição e debate de O Homem-Leopardode Jacques Tourneur.

Confira a apresentação do Ciclo:

“Com seus filmes de terror para a RKO, é indiscutível a posição de Val Lewton como um dos maiores produtores-autores do cinema. No território dos filmes B – onde, ao trabalhar com limitações, a criatividade era necessária e os riscos mais bem-vindos – ele gerou um singelo, porém absolutamente influente, capítulo do cinema de horror.

Nascido na Rússia, trouxe para o cinema americano um tom de melancolia incomum e de fascínio pelo fantástico e, principalmente, pela reciprocidade entre aquilo que é humano e o sobrenatural. Os terrores da vida real são os verdadeiros terrores dos filmes de Val Lewton e os acasos, ambiguidades, instintos e o coração, os seus verdadeiros fatores sobrenaturais. E é sob a aparência do horror de efeito barato e dos títulos histriônicos (quase todos criados pelo estúdio, antes dos roteiros) que Lewton contrabandeava poesia no cinema. Jacques Tourneur – que dirigiu três produções de Lewton – diz que, sendo ele um homem pragmático, foi Val Lewton quem lhe ensinou poesia no cinema. Apesar de nunca creditado como roteirista, todos os roteiros de sua unidade passavam por sua reescrita. Em alguns filmes ele aparece com o pseudônimo ‘Carlos Keith’. Lewton escrevia a atmosfera das cenas, descrevia luzes e criava já no roteiro sensações cinematográficas que se concretizavam na película.

Se fala muito sobre algo recorrente nos filmes de Val Lewton: a escolha por não mostrar, apenas sugerir. Porém, não é só uma questão de sugestão. Lewton mostrava o medo, algo muito mais interno, auto-projetado e prolongado que o objeto assustador. Não basta somente a sugestão, mas também o foco nos personagens; o efeito do medo. O gancho que balança descontroladamente no navio, tornando real a possibilidade de algum marinheiro ser atingido em ‘O Fantasma dos Mares’; o leopardo que encara a menina assustada com as luzes e sons do trem que o sugerem em ‘O Homem-Leopardo’; a incerteza das ações de uma mulher amargurada pela falta de amor materno em ‘A Maldição do Sangue de Pantera’; a iminência da morte em ‘Ilha dos Mortos’. Lewton nunca foca no objeto do medo, mas em sua movimentação, seu contexto, aqueles que o percebem e o temem. Ele percebe a mais fantasiosa das ficções como algo de origem em sensações intrinsecamente humanas. Reais, porém incompreensíveis. A morte é o grande exemplo: para sempre incompreendida, misteriosa, atiçadora do imaginário humano e indiscutivelmente – por vezes brutalmente – real. A morte, para Val Lewton, é boa. Significa liberdade para os que vão e para os que ficam; às vezes mais pra um que para outro.”

Sinopse: Kiki Walker, atriz de um clube noturno, resolve entrar no palco com um leopardo negro, parte de uma jogada publicitária idealizada por Jerry Manning para impressionar todos os presentes. Assustado por sua rival de palco, o leopardo escapa da coleira e foge para o centro da cidade, espalhando o pânico e a histeria pelo Novo México. Continuar lendo

28 Ago. 2019: “O Médico Alemão” de Lucía Puenzo – Cineclube Solax

Neste mês, o Cineclube Solax traz quatro filmes de duas diretoras latino-americanas. A programação chega ao fim com exibição e debate de O Médico Alemão, filme da diretora argentina Lucía Puenzo.

Sinopse: Enquanto atravessa a região desértica da Patagônia, em 1960, uma família argentina conhece um médico alemão que se prontifica a se hospedar no hotel que estão reabrindo. Todos da família gostam dos bons modos e conhecimentos científicos do homem, que em especial se mostra muito preocupado com Lilith, garotinha com um pequeno problema de crescimento. Porém, ignoram que ele é Josef Mengele, cientista nazista que realizou experimentos com humanos no campo de concentração de Auschwitz. Josef não foi até à Argentina com o intuito de se aposentar dos experimentos científicos dele… Continuar lendo

27 Ago. 2019: “A Sexta Parte Do Mundo” de Dziga Vertov – Cineclube Soberano

O Cineclube Soberano finaliza Ciclo “Pioneiros” com o tema “Utopia Soviética”. A sessão terá exibição e debate de A Sexta Parte Do Mundode Dziga Vertov.

Sinopse: Nove anos após o triunfo da Revolução Russa e início do governo bolchevique (1917), Vertov traz uma visão panorâmica do estado das coisas pelo vasto território da nova União Soviética. A montagem do documentário consiste em uma ode ao país e todas as diferentes culturas contidas nele. Como todos os filmes de Vertov, este é um filme que não possui narrativa, sendo composto por uma série de imagens cuidadosamente montadas para criar significado, uma “sinfonia de cinema”, cuja montagem extraordinariamente ousada e complexa ligava imagens de todos os lados do território soviético. Continuar lendo

27 Ago. 2019: “Vício Frenético” de Werner Herzog – Cineclube Sesi São José dos Pinhais

O Cineclube Sesi São José dos Pinhais chega ao fim do Ciclo Werner Herzog com exibição e debate de Vício Frenético.

Sinopse: Após salvar um prisioneiro de afogamento em decorrência do furacão Katrina, o detetive Terence McDonagh é promovido ao posto de tenente. Com as costas seriamente contundidas, passa a depender de analgésicos para aguentar a dor. Um ano depois Terenceestá viciado em cocaína e o envolvimento em atividades ilegais compromete os padrões morais dele, colocando a profissão em risco. Dois acontecimentos vão oferecer a chance de redenção: um torneio de baseball pelo qual ele arrisca a vida e a proteção de uma testemunha de homicídio. Continuar lendo

21 Ago. 2019: “XXY” de Lucía Puenzo – Cineclube Solax

Neste mês, o Cineclube Solax traz quatro filmes de duas diretoras latino-americanas. A programação tem sequência pela argentina Lucía Puenzo, e no próximo encontro tem exibição e debate de XXY.

Sinopse: Alex nasceu com ambas as características sexuais. Tentando fugir dos médicos que desejam “corrigir” a ambiguidade genital da criança, os pais levam Alex para um vilarejo no Uruguai. Eles estão convencidos de que uma cirurgia do tipo seria uma violência ao corpo de Alex, e por isso vivem isolados. Até que um dia, a família recebe a visita de um casal de amigos juntos do filho adolescente. Alex, que está com 15 anos de idade, e o jovem visitante, de 16, sentem-se atraídos um pelo outro. Continuar lendo

20 Ago. 2019: Humberto Mauro e a Terra Brasileira – Cineclube Soberano

O Cineclube Soberano prossegue Ciclo “Pioneiros” com o programa “Humberto Mauro e a Terra Brasileira”, sessão de curtas-metragens dirigidos pelo cineasta.

Sinopse: O programa é composto por curtas-metragens como Lagoa Santa, Palavras Ao Mar: Fragmentos, Abastecimento d’Água do Rio de Janeiro – Captação, Engenhos E Usinas e Carro De Bois, entre outros. Continuar lendo

20 Ago. 2019: “O Homem Urso” de Werner Herzog – Cineclube Sesi São José dos Pinhais

O Cineclube Sesi São José dos Pinhais dá continuidade ao Ciclo Werner Herzog com exibição e debate de O Homem Urso.

Sinopse: A vida e a morte de Timothy Treadwell, ambientalista e especialista em ursos. Por treze verões consecutivos, Treadwell foi ao Alasca viver desarmado entre os animais. Nas últimas cinco vezes, ele documentou a viagem com uma câmara. Em outubro de 2003 os restos mortais de Treadwell e da namorada Amie Huguenard foram encontrados pelo piloto que deveria trazê-los de volta. O casal foi devorado por um urso, o primeiro caso de ataque registrado naquele campo. Herzog utiliza as filmagens para explorar a personalidade de Timothy e levantar questões sobre a difícil relação homem-natureza. Continuar lendo