22 Fev. 2018: “Sinfonia Da Necrópole” de Juliana Rojas – Cine Esquina

O Cine Esquina continua o Ciclo “Filmes Brasileiros Recentes” com Sinfonia Da Necrópole, de Juliana Rojas. O filme terá duas exibições no mesmo dia, as 12h00 e 18h00.

O mote do Ciclo é de exibir produções de destaque no cinema nacional dos últimos 3 anos, e que também contemplem grandes temas que tem marcado o país na sua história recente e/ou movimentado os grandes debates na sociedade.

Sinopse: O jovem aprendiz de coveiro Deodato está com o emprego em risco. Os outros coveiros duvidam da capacidade dele para o trabalho. O tio Jaca tenta sensibilizá-lo para a função, mas é inútil: o trabalho aflige a Deodato, que tem aspirações artísticas. A rotina melhora quando Jaqueline surge no cemitério. Funcionária do serviço funerário, com a ajuda do rapaz inicia um levantamento sobre túmulos abandonados. A paixão impede Deodato de pedir demissão, mas estranhos eventos continuam a abalar o estado psicológico dele.

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22 Fev. 2018: “Raul – O Início, o Fim e o Meio” de Walter Carvalho – CineDocs de 5ª

O CineDocs de 5ª exibe Raul – O Início, O Fim E O Meio, de Walter CarvalhoLeonardo Gudel.

Sinopse: O documentário retrata as diversas facetas de Raul Seixas, compositor, cantor e músico brasileiro. As parcerias com Paulo Coelho, os casamentos, a fase de sucesso, etc. E principalmente, tenta desvendar a enorme comunicação que as músicas de Raul estabelecem e a legião de fãs que mobilizava e continua mobilizando até a atualidade. Rock’n roll, amor livre, Sociedade Alternativa, drogas, magia negra, ditadura militar, mulheres e filhas. Um homem que queria viver da própria obra e morreu por ela. O início, o fim e o meio se confundem, porque a história ainda não acabou. Continuar lendo

20 Fev. 2018: “Aquarius” de Kleber Mendonça Filho – Cine Esquina

O Cine Esquina continua o Ciclo “Filmes Brasileiros Recentes” com Aquarius, de Kleber Mendonça Filho. O filme terá duas exibições no mesmo dia, as 12h00 e 18h00.

O mote do Ciclo é de exibir produções de destaque no cinema nacional dos últimos 3 anos, e que também contemplem grandes temas que tem marcado o país na sua história recente e/ou movimentado os grandes debates na sociedade.

Sinopse: Clara tem 65 anos, é jornalista aposentada, viúva e mãe de três adultos. Ela mora num apartamento localizado em bairro nobre do Recife, onde criou os filhos e viveu boa parte da vida. Interessada em construir um novo prédio no espaço, os responsáveis por uma construtora conseguiram adquirir quase todos os apartamentos do prédio, menos o dela. Por mais que tenha deixado bem claro que não pretende vendê-lo, Clara sofre todo tipo de assédio e ameaça para que mude de ideia.

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15 Fev. 2018: “Branco Sai, Preto Fica” de Adirley Queirós – Cine Esquina

O Cine Esquina continua o Ciclo “Filmes Brasileiros Recentes” com Branco Sai, Preto Fica, de Adirley Queirós. O filme terá duas exibições no mesmo dia, as 12h00 e 18h00.

O mote do Ciclo é de exibir produções de destaque no cinema nacional dos últimos 3 anos, e que também contemplem grandes temas que tem marcado o país na sua história recente e/ou movimentado os grandes debates na sociedade.

Sinopse: Misto de ficção e documentário, o filme cria as imagens e sons a partir de uma história trágica: dois homens negros, moradores da maior localidade da periferia de Brasília, ficam marcados para sempre graças a uma ação criminosa de uma polícia racista e territorialista da Capital Federal. Essa polícia invade um baile black. Tiros, correria e a consumação da tragédia: um homem fica para sempre na cadeira de rodas, o outro perde a perna após um cavalo da polícia montada cair sobre ele. Mas esses homens não se sentem confortados em contar a história de maneira direta e jornalística. Eles querem fabular, querem outras possibilidades de narrar o passado, abrindo para um presente cheio de aventuras e ressignificações e propondo um futuro.

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08 Fev. 2018: “Campo Grande” de Sandra Kogut – Cine Esquina

O Cine Esquina continua o Ciclo “Filmes Brasileiros Recentes” com Campo Grande, de Sandra Kogut. O filme terá duas exibições no mesmo dia, as 12h00 e 18h00.

O mote do Ciclo é de exibir produções de destaque no cinema nacional dos últimos 3 anos, e que também contemplem grandes temas que tem marcado o país na sua história recente e/ou movimentado os grandes debates na sociedade.

Sinopse: Certa manhã, duas crianças são deixadas em frente à portaria de um prédio em Ipanema, sem nenhuma explicação, a não ser um pedaço de papel com o nome e endereço de Regina, moradora de um dos apartamentos. Em nenhum momento as crianças duvidam que a mãe voltará para buscá-las. Mas, será que ela vai mesmo? A chegada das crianças ao mundo de Regina transformará profundamente as vidas delas.​

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06 Fev. 2018: “Cinema Novo” de Eryk Rocha – Cine Esquina

O Cine Esquina continua o Ciclo “Filmes Brasileiros Recentes” com Cinema Novo, de Eryk Rocha. O filme terá duas exibições no mesmo dia, as 12h00 e 18h00.

O mote do Ciclo é de exibir produções de destaque no cinema nacional dos últimos 3 anos, e que também contemplem grandes temas que tem marcado o país na sua história recente e/ou movimentado os grandes debates na sociedade.

Sinopse: Um ensaio poético, com olhar aprofundado e retrato íntimo sobre o Cinema Novo, movimento cinematográfico brasileiro que colocou o Brasil no mapa do cinema mundial. O Cinema Novo lançou grandes diretores como Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos e Carlos Diegues, e criou uma estética única, essencial e visceral que mudou a história do cinema latino-americano e a própria história do Brasil para sempre.

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1º Fev. 2018: “O Silêncio Do Céu” de Marco Dutra – Cine Esquina

O Cine Esquina inicia o Ciclo “Filmes Brasileiros Recentes” com O Silêncio Do Céu, de Marco Dutra. O filme terá duas exibições no mesmo dia, as 12h00 e 18h00.

O mote do Ciclo é de exibir produções de destaque no cinema nacional dos últimos 3 anos, e que também contemplem grandes temas que tem marcado o país na sua história recente e/ou movimentado os grandes debates na sociedade.

Sinopse: Ao chegar em casa no meio da tarde, o roteirista Mário testemunha a violação da esposa Diana por dois homens desconhecidos. Oprimido, ele fica perplexo e não toma nenhuma atitude. Diana, sem saber que ele viu o crime, opta por manter tudo em segredo. O silêncio que cresce entre o casal nos dias que se seguem torna-se um tipo próprio de violência.

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1º Fev. 2018: “FilmeFobia” de Kiko Goifman – CineDocs de 5ª

O CineDocs de 5ª exibe FilmeFobia, de Kiko Goifman.

Sinopse: Diretor de um falso documentário sobre o medo na sociedade contemporânea coloca pessoas em contato com as próprias fobias. Misturando atores e não-atores, um diretor (interpretado por Jean-Claude Bernardet) busca a imagem verdadeira que só poderia vir de um fóbico frente ao seu objeto de medo, explorando os limites psicológicos das pessoas. A ideia é a de promover, de forma inusitada e lúdica, a superação desses medos, colocando os participantes do filme em situações extremas de tensão.
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30 Jan. 2018: “A Festa Da Menina Morta” de Matheus Nachtergaele – Cine na 3ª

O Cine na 3ª exibe A Festa Da Menina Morta, de Matheus Nachtergaele.

Sinopse: Há 20 anos uma pequena população ribeirinha do alto Amazonas comemora a Festa da Menina Morta. O evento celebra o milagre realizado por Santinho, que após o suicídio da mãe recebeu em mãos, da boca de um cachorro, os trapos do vestido de uma menina desaparecida. A menina jamais foi encontrada, mas o tecido rasgado e manchado de sangue passa a ser adorado e considerado sagrado. A festa cresceu indiferente à dor do irmão da menina morta, Tadeu. A cada ano as pessoas visitam o local para rezar, pedir e aguardar as “revelações” da menina, que através de Santinho se manifestam no ápice da cerimônia. Continuar lendo

26 e 27 Jan. 2018: Mostra “A Imigração no Cinema Hispânico” – Centro Cultural da Espanha

O Centro Cultural da Espanha, em parceria com a Cinemateca de Curitiba, realiza a Mostra “A Imigração no Cinema Hispânico”

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

26/01, sexta-feira as 19h00.  Cambié Su Nombre Y Seguí Hablando De Ella Sin Que Lo Supieras, de João Solda (Brasil, 2016, 17 min). Camilo, um imigrante cubano em Paris, decide voltar para a ilha depois de ficar duas décadas longe de casa. Pelas ruas de Havana com o amigo Lázaro, ele observa e conversa sobre como estão as coisas na ilha depois de passar tanto tempo fora.

26/01, sexta-feira as 19h30.  A Jaula De Ouro, de Diego Quemada-Díez (México / Espanha, 2013, drama, 108 min). Os jovens Juan, Sara e Samuel fogem da Guatemala para tentar chegar ao Estados Unidos, carregando com eles o sonho de encontrar um mundo melhor além das fronteiras da terra natal. Durante a passagem pelo México, o grupo encontra o índio tzotzil Chauk, que não fala espanhol e viaja sem documentos. Classificação Etária: 12 anos

Trailer: https://youtu.be/aPUs19GlwLo Continuar lendo

25 Jan. 2018: “Tropicália” de Marcelo Machado – CineDocs de 5ª

O CineDocs de 5ª exibe Tropicália, de Marcelo Machado.

Sinopse: Muito antes da chamada aldeia global existir e da Internet se propagar pelo mundo, o Brasil já era global. País antropofágico pela própria natureza, em que o novo e o velho, o estrangeiro e o nativo, não só conviviam como eram misturados, assimilados e recriados a todo momento. Que terra é essa em que, em plenos anos 1960, um canto de capoeira se fundia à força agressiva do rock n’ roll para entrar nos lares de milhares de famílias sob o nome de “Domingo no Parque”? Que nome dar a esta geleia geral? Tropicalismo! O diretor do filme, que cresceu ouvindo as ousadias sonoras de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Mutantes e Tom Zé, entre outros, que não entendia as letras em inglês mas adorava os arranjos de um tal de rock n’ roll, conduz o espectador por uma viagem de sons e imagens através da história de um dos mais emblemáticos movimentos culturais brasileiros. Em um panorama afetivo construído com uma miscelânea de referências, entrevistas, pesquisas, imagens e, claro, canções, o espectador passeia pelos férteis, polêmicos e violentos anos de 1967, 1968 e 1969.
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18 Jan. 2018: “Lixo Extraordinário” de Lucy Walker – CineDocs de 5ª

O CineDocs de 5ª exibe Lixo Extraordinário, de Lucy Walker.

Sinopse: Filmado ao longo de quase três anos, o documentário acompanha as visitas do artista plástico Vik Muniz a um dos maiores aterros sanitários do mundo, localizado no bairro Jardim Gramacho, município Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Lá, além de procurar materiais para as obras dele, Vik fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis. O objetivo inicial de Muniz era “pintar” esses catadores com o lixo. No entanto, o trabalho com estes personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando instigados a imaginar as vidas deles fora daquele ambiente.
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03 Dez. 2017: “Jonas E O Circo Sem Lona” de Paula Gomes – Cineclube de Cinema Brasileiro

O Cineclube de Cinema Brasileiro exibe e debate Jonas E O Circo Sem Lona, de Paula Gomes. Atenção: o encontro do cineclube excepcionalmente ocorrerá no domingo.

Sinopse: No fundo do quintal, numa casa na periferia de Salvador, Jonas, de 13 anos, mantém um pequeno circo. Ele vem de uma família circense e treina os amigos para apresentar-se num espetáculo, cobrando ingressos baratos das crianças que moram por perto. No entanto, quando as aulas começam, os colegas o abandonam… É cada vez mais difícil para Jonas sustentar o sonho de pé, especialmente porque a mãe e a avó insistem que agora ele tem que estudar.  Continuar lendo

28 Nov. a 03. Dez. 2017: Cine Tornado Festival 2017 – Fundação Cultural de Curitiba

A Cinemateca de Curitiba recebe a edição de 2017 do Cine Tornado Festival. A produção é de Curitiba e São Paulo, com curadoria da antropóloga e cineasta Eveline Stella de Araujo e do artista e cineasta Roderick Steel.

Confira o texto oficial de apresentação do Festival:

Em uma macro sociedade do espetáculo, saber compor curadorias que aproximem expressões locais e expressões globais é uma arte que estimula o diálogo entre as artes indie e mainstream. O Cine Tornado Festival permite esse deslocar dos filmes de seu local de produção para gerar conhecimento e redes de relação que fomentam o Cinema, pelo caráter nacional e internacional que o caracteriza. Um festival de filmes feito no e do Brasil para o mundo, com parcerias e ideais de renovação do cinema, contando com diretores nacionais e internacionais. A programação atende a três eixos básicos:

1) exibição de acervos de digitalização (parceria com os centros de memória, tais como, cinematecas ou memoriais nacionais e internacionais), estimulando a divulgação de filmes restaurados e digitalizados, contando assim um pouco da história do cinema por meio dos próprios filmes;

2) difusão de produções cinematográficas decorrentes de pesquisas científicas como etnoficção, documentários e filmes experimentais e artísticos (parceria com os centros de pesquisa como Laboratório de Imagem e Som da Antropologia da USP e outros laboratórios nacionais, ou como o Centro em Rede de Investigação em Antropologia – CRIA em Portugal, entre outros);

3) abertura de espaço às novas gerações de cineastas, incentivo ao cine-escola, oficinas de cinema e jovens realizadores independentes. Continuar lendo